Sobre
Um estúdio pequeno que entrega como os grandes prometem.
A ProcessHive é um estúdio de IA e automação na Parede, entre Lisboa e Cascais. Construímos sistemas para clientes — e produtos próprios, como o StreamEstate — com a mesma regra: só conta o que funciona em produção.
A história
Porque existe a ProcessHive
A ProcessHive nasceu de uma frustração vista de perto: empresas a pagar por apresentações sobre IA enquanto a equipa continuava a copiar dados entre sistemas à mão. O mercado estava cheio de estratégia e vazio de execução.
Fundado por Miguel Belo, o estúdio faz o contrário do costume: começa pelo processo mais doloroso, põe um sistema a funcionar em semanas e só depois fala de roadmaps. Foi assim com as automações dos primeiros clientes, com o website da Varandas Coelho e com o StreamEstate — o nosso produto de co-mediação imobiliária, construído de raiz.
Trabalhamos em português e inglês, presencialmente na região de Lisboa e em remoto para qualquer lugar.
O nome
Porquê «hive»?
Numa colmeia, nenhuma célula é decorativa: cada hexágono é a forma mais eficiente de guardar o máximo com o mínimo de material, e cada abelha executa um papel claro num sistema que funciona sem supervisão constante.
É a nossa referência de engenharia: muitos processos pequenos e bem desenhados, a trabalhar em conjunto, sem desperdício. A automação certa não é um robô gigante — é uma colmeia de fluxos simples e fiáveis.
Princípios
Como trabalhamos
Sem hype
Não vendemos «transformação digital». Dizemos-lhe o que a IA faz bem hoje, o que ainda não faz, e o que isso significa para o seu caso — mesmo quando a resposta é «ainda não».
Produção primeiro
Uma demo impressiona; um sistema em produção paga salários. Otimizamos para a segunda: tratamento de erros, logs, monitorização e handover fazem parte de todos os projetos.
Âmbito e preço claros
Preço fechado por projeto sempre que possível, estimativas honestas quando não é. As surpresas ficam para os aniversários.
Pequeno de propósito
Estúdio pequeno, decisões rápidas, acesso direto a quem constrói. Quando o projeto pede mais mãos, trazemos parceiros de confiança — nunca camadas de gestão.
Vamos ver se encaixamos?
Uma conversa honesta de 45 minutos: o seu contexto, as oportunidades reais e o que faríamos primeiro. Se não formos a escolha certa, dizemos-lhe.